Florbela Espanca (1894-1930), no último ano de vida, escreveu no seu diário: «que importa o que está para além?». A Literatura Portuguesa conferiu-lhe, porém, imortalidade, reconhecendo o valor da sua criação poética.
Contudo, há quem, ingenuamente, corra para reservar lugar na História. Outros, em momentos de perturbação, receiam o juízo dos historiadores. Por irrefreável necessidade de [...]